Piloto do Presidente
Informações sobre a vida de Manoel Soares Leães, piloto do presidente JOÃO GOULART, entre 1950 e 1976.
terça-feira, 11 de junho de 2019
MANECO LEÃES
Manoel Soares Leães, o Maneco, nasceu na cidade de Uruguaiana fronteira com Argentina, em 28/01/1923.
Filho de Heraclio Soares Leães, do Alegrete - RS, e Oraceli Crichel Leães de Itaqui - RS.
O piloto do Presidente João Marques Goulart, de quem foi amigo fiel, confidente e Procurador.
Casado com Odila Gema Barbisan Leães, de Passo Fundo - RS, desse matrimonio teve quatro filhos:
Dr.Paulo Ernesto Leães - médico Cardiologista.
Manoel Laquito Barbisan Leães - prof. de Educação Física.
Vera Regina Leães - Designer.
Ivan Leães - Analista de Sistema.
REVOLUÇÃO de 1923 entre Chimangos e Maragatos.
Seu pai Heraclio Soares Leães, amigo de Oswaldo Aranha seu conterrâneo, e amigo de Flores da Cunha, de Santana do Livramento - fronteira com o Uruguai, a convite de Flores se engajou na força que tentavam manter Borges de Medeiros no poder.
Borges de Medeiros promoveu Flores da Cunha - o tigre de Ibirapuitã a coronel, no início da revolução.
Após três meses de peleia, num momento de trégua, Heraclio Soares Leães, voltou a Uruguaiana - RS, para conhecer seu filho e registrá-lo e depois voltando para lutar a comando de João Rodrigues do Alegrete -RS, que seria padrinho de Maneco.
INFÂNCIA em URUGUAIANA
Maneco Leães passou seus anos de infância em Uruguaiana - RS, estudou nos colégios, União e Santana.

Maneco no pátio do colégio União, no ensaio da banda para o desfile de 7 de Setembro.
Seu primeiro emprego foi como entregador de pacotes da Agência da Varig, depois num Cartório de Registro Cível, e o seguinte foi no Banco Mercantil do Comercio.
Incentivado pelo pai, Maneco se inscreveu para fazer o curso de piloto integrado com apoio da campanha "de Asas ao Brasil", dos Diários Associados, liderada por Assis Chateaubriand.
Grupo de alunos da cidade de Uruguaiana - RS.
As aulas práticas de vôo eram feitas no Aéroporto Santos Dumont, na cidade de Uruguaiana-RS. que cedeu para que o curso fosse realizado, Maneco aprende a pilotar com seu instrutor o sargento Eulasio Vieira Camargo, que o preparou de forma excepcional num mono motor de dois lugares, emprestado pelo Aéroclube do Rio Grande do Sul.

Instrutor sargento Eulasio V.Camargo (D),e Maneco Leães ( E ) .
Manoel Soares Leães e família GOULART Maneco de férias na capital gaucha, na condição de piloto, foi procurado por Calafange, seu amigo e piloto de Jango, precisando levar dois aviões para família Goulart, o convidou para ajudá-lo a levar um dos aviões.
Coube a Manoel S. Leães (Maneco), levar o Cessna 140 de Ivan Goulart, Cleberto Rocha levaria o de Jango.
Maneco (E), e Ivan Goulart (D).
Foi assim o preâmbulo ente Maneco e Ivan Goulart, que precisava também de um Piloto.
Ivan Goulart (E),e Manoel Leães (D),na fazenda Iguariaçá de propriedade de Ivan, no município de São Borja-RS.
Assim Maneco continuou fazendo voos em companhia de Ivan Goulart, sobrevoando suas terras, que dessa forma a administração e controle das mesmas se tornaram mais rápidas e menos cansativa quando era percorrida a cavalo.
Essa inovação pioneira daria aos irmãos Goulart de suas fazendas que os destacaram neste ramo de negócios.
Sabedores, por exemplo, de que alguém desejava vender ou comprar algum gado eram os primeiros a chegar e propor compra e venda, além de identificar qualquer problemas nas suas pastagens ou cercas.
Durante este período, tornaram-se grandes amigos, eis que, ao término de suas férias, Maneco precisava voltar a Passo Fundo-RS, pois teria que assumir seu emprego na Hidráulica.
Ivan Goulart pede: Fica comigo Maneco! -Não posso perder meu emprego, respondeu!
Desejoso de contar com o trabalho e companhia de Maneco, Ivan Goulart interferiu politicamente, pede ao seu irmão João Goulart, Ministro do Trabalho do governo Getúlio Vargas, conseguindo sua transferência para São Borja-RS, Maneco passou a exercer a função de gerente da Hidráulica.
Seu pai Heraclio Soares Leães (Laquito), veio de Uruguaiana - RS, fronteira com a Argentina, visitá-lo e cumprimentá-lo pelo êxito alcançado de vez que houve promoção de cargo, o que lhe deu muita alegria.
Na Hidráulica de São Borja-RS, Heraclio Soares Leães(D), Manoel Soares Leães (E).
Assim, além das atividades na Hidráulica, associava de piloto, que desempenhava fora da hora do expediente de trabalho, inicialmente pilotando para Ivan Goulart.
Quando João Goulart- Ministro do Trabalho quando voltava para São Borja-RS, Maneco ficava a sua disposição e voava para Jango quando precisava voar.
Maneco na Granja São Vicente, propriedade do Ministro João Goulart, São Borja- RS.
Maneco conta que o coronel Vicente Rodrigues Goulart, pai de Jango, era um homem muito rico. Com sua morte em 1943 deixou de herança uma fazenda para cada filho, cabendo para Jango a fazenda Rancho Grande no município de São Borja – RS.
Além de político e grande estancieiro Jango conciliava sua vida pessoal e profissional e determinando seus próprios negócios. Com experiência, tino no comércio de gado, e extraordinário talento para fazer bons negócios, foi proprietário de uma companhia de Taxi Aéreo São Borja e de uma emissora de Rádio Fronteira do Sul.
Naquele tempo não havia boas estradas, elas eram de chão batido e quando chovia ficavam intransitáveis. Ele adquiriu uma avião Cessna 140 monomotor para sua locomoção, tornando suas viagens mais rápidas, e menos cansativas e deixando de percorrer longas distâncias de automóvel.
Admirador de carros, depois que pegou o gosto pelo avião, modernizava a sua frota de automóvel e aviões sempre que eram lançados novos modelos.
Era o único fazendeiro a ter avião. Sabendo que em um município vizinho haveria arremate ou leilão de gado, Maneco e Jango iam de avião, enquanto os outros pecuaristas faziam o percurso de carro. Eram os primeiros a chegarem ao município: Maneco sempre o acompanhava e assessorava na definição dos negócios. Quando os pecuaristas começavam a chegar, eles já estavam voltando para a fazenda Rancho Grande e Jango já havia arrematado os melhores lotes de gado.
Em pouco tempo foi triplicando sua fortuna deixada pelo pai o coronel Vicente Goulart, tornando-se um dos mais ricos fazendeiros do município de São Borja.
Manoel S. Leães ( Maneco), ao ter ótimo relacionamento interpessoal, ao tratar bem as pessoas e aos empregados é convidado a participar de um churrasco no galpão da Granja São Vicente - São Borja.
Tempo depois acontece o episódio mais triste de sua vida, quando ficou sabendo que seu amigo Ivan Goulart estava gravemente doente, decidiu então a ficar ao lado de seu amigo até o momento final, de vez que todos os esforços para salvá-lo foram inúteis, aprofundavam-se desse modo mais ainda esses laços fraternos.
" Em 1958, o Ivan morreu no meus braços."
"Pensei em deixar de voar", a tristeza o consumia.
Foi então, que Jango disse: Maneco vai ficar comigo e pede demissão do teu emprego, Jango admirava o modo como Maneco trabalhava e se portava nas relações pessoais.
Convencido a ficar residindo em São Borja, Manoel Soares Leães se desligou da Hidraulica, estabelecendo-se naquele município como piloto e homem de confiança de João Goulart.
Manoel Leães na Politica.
A decisão de permanecer ao lado de Jango foi acertada, sob a liderança de João Goulart presidente nacional do PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, filiou-se ao Partido em 12/07/1951, concorrendo a vereador sendo o mais votado em duas legislatura, o primeiro mandato em 31/12/1955, e o segundo em 31/12/1960.
Manoel Leães, sendo empossado como vereador.
Na condição de vereador, foi o momento de homenagear seu grande amigo Ivan Goulart, na frente da Hidráulica havia um terreno do município e quando chovia formava-se uma lagoa, era um coaxar de sapos que ficou conhecida como Pracinha da Lagoa. Quando chegava um circo na cidade era ali que se instalavam, ou eram os ciganos com muita pompa, e vinham se abastecer em frente da Hidráulica.
O projeto de lei que Maneco enviou para Câmara de Vereadores , foi aprovado por unanimidade, e foi sancionado pelo prefeito Olvidio A. Batista Silva, conforme lei 215/1959 art1°. passará a chamar-se Praça Ivan Goulart.

Maneco no pátio do colégio União, no ensaio da banda para o desfile de 7 de Setembro.
Seu primeiro emprego foi como entregador de pacotes da Agência da Varig, depois num Cartório de Registro Cível, e o seguinte foi no Banco Mercantil do Comercio.
Incentivado pelo pai, Maneco se inscreveu para fazer o curso de piloto integrado com apoio da campanha "de Asas ao Brasil", dos Diários Associados, liderada por Assis Chateaubriand.
Grupo de alunos da cidade de Uruguaiana - RS.

Em pé da esquerda para direita, Manoel Soares Leães.
As aulas práticas de vôo eram feitas no Aéroporto Santos Dumont, na cidade de Uruguaiana-RS. que cedeu para que o curso fosse realizado, Maneco aprende a pilotar com seu instrutor o sargento Eulasio Vieira Camargo, que o preparou de forma excepcional num mono motor de dois lugares, emprestado pelo Aéroclube do Rio Grande do Sul.

Instrutor sargento Eulasio V.Camargo (D),e Maneco Leães ( E ) .
Manoel Soares Leães e família GOULART Maneco de férias na capital gaucha, na condição de piloto, foi procurado por Calafange, seu amigo e piloto de Jango, precisando levar dois aviões para família Goulart, o convidou para ajudá-lo a levar um dos aviões.
Coube a Manoel S. Leães (Maneco), levar o Cessna 140 de Ivan Goulart, Cleberto Rocha levaria o de Jango.
Maneco (E), e Ivan Goulart (D).
Foi assim o preâmbulo ente Maneco e Ivan Goulart, que precisava também de um Piloto.
Ivan Goulart (E),e Manoel Leães (D),na fazenda Iguariaçá de propriedade de Ivan, no município de São Borja-RS.
Assim Maneco continuou fazendo voos em companhia de Ivan Goulart, sobrevoando suas terras, que dessa forma a administração e controle das mesmas se tornaram mais rápidas e menos cansativa quando era percorrida a cavalo.
Essa inovação pioneira daria aos irmãos Goulart de suas fazendas que os destacaram neste ramo de negócios.
Sabedores, por exemplo, de que alguém desejava vender ou comprar algum gado eram os primeiros a chegar e propor compra e venda, além de identificar qualquer problemas nas suas pastagens ou cercas.
Durante este período, tornaram-se grandes amigos, eis que, ao término de suas férias, Maneco precisava voltar a Passo Fundo-RS, pois teria que assumir seu emprego na Hidráulica.
Ivan Goulart pede: Fica comigo Maneco! -Não posso perder meu emprego, respondeu!
Desejoso de contar com o trabalho e companhia de Maneco, Ivan Goulart interferiu politicamente, pede ao seu irmão João Goulart, Ministro do Trabalho do governo Getúlio Vargas, conseguindo sua transferência para São Borja-RS, Maneco passou a exercer a função de gerente da Hidráulica.
Seu pai Heraclio Soares Leães (Laquito), veio de Uruguaiana - RS, fronteira com a Argentina, visitá-lo e cumprimentá-lo pelo êxito alcançado de vez que houve promoção de cargo, o que lhe deu muita alegria.
Na Hidráulica de São Borja-RS, Heraclio Soares Leães(D), Manoel Soares Leães (E).
Assim, além das atividades na Hidráulica, associava de piloto, que desempenhava fora da hora do expediente de trabalho, inicialmente pilotando para Ivan Goulart.
Quando João Goulart- Ministro do Trabalho quando voltava para São Borja-RS, Maneco ficava a sua disposição e voava para Jango quando precisava voar.
Maneco na Granja São Vicente, propriedade do Ministro João Goulart, São Borja- RS.
Maneco conta que o coronel Vicente Rodrigues Goulart, pai de Jango, era um homem muito rico. Com sua morte em 1943 deixou de herança uma fazenda para cada filho, cabendo para Jango a fazenda Rancho Grande no município de São Borja – RS.
Além de político e grande estancieiro Jango conciliava sua vida pessoal e profissional e determinando seus próprios negócios. Com experiência, tino no comércio de gado, e extraordinário talento para fazer bons negócios, foi proprietário de uma companhia de Taxi Aéreo São Borja e de uma emissora de Rádio Fronteira do Sul.
Naquele tempo não havia boas estradas, elas eram de chão batido e quando chovia ficavam intransitáveis. Ele adquiriu uma avião Cessna 140 monomotor para sua locomoção, tornando suas viagens mais rápidas, e menos cansativas e deixando de percorrer longas distâncias de automóvel.
Admirador de carros, depois que pegou o gosto pelo avião, modernizava a sua frota de automóvel e aviões sempre que eram lançados novos modelos.
Era o único fazendeiro a ter avião. Sabendo que em um município vizinho haveria arremate ou leilão de gado, Maneco e Jango iam de avião, enquanto os outros pecuaristas faziam o percurso de carro. Eram os primeiros a chegarem ao município: Maneco sempre o acompanhava e assessorava na definição dos negócios. Quando os pecuaristas começavam a chegar, eles já estavam voltando para a fazenda Rancho Grande e Jango já havia arrematado os melhores lotes de gado.
Em pouco tempo foi triplicando sua fortuna deixada pelo pai o coronel Vicente Goulart, tornando-se um dos mais ricos fazendeiros do município de São Borja.
Manoel S. Leães ( Maneco), ao ter ótimo relacionamento interpessoal, ao tratar bem as pessoas e aos empregados é convidado a participar de um churrasco no galpão da Granja São Vicente - São Borja.
Tempo depois acontece o episódio mais triste de sua vida, quando ficou sabendo que seu amigo Ivan Goulart estava gravemente doente, decidiu então a ficar ao lado de seu amigo até o momento final, de vez que todos os esforços para salvá-lo foram inúteis, aprofundavam-se desse modo mais ainda esses laços fraternos.
" Em 1958, o Ivan morreu no meus braços."
"Pensei em deixar de voar", a tristeza o consumia.
Foi então, que Jango disse: Maneco vai ficar comigo e pede demissão do teu emprego, Jango admirava o modo como Maneco trabalhava e se portava nas relações pessoais.
Convencido a ficar residindo em São Borja, Manoel Soares Leães se desligou da Hidraulica, estabelecendo-se naquele município como piloto e homem de confiança de João Goulart.
Manoel Leães na Politica.
A decisão de permanecer ao lado de Jango foi acertada, sob a liderança de João Goulart presidente nacional do PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, filiou-se ao Partido em 12/07/1951, concorrendo a vereador sendo o mais votado em duas legislatura, o primeiro mandato em 31/12/1955, e o segundo em 31/12/1960.
Manoel Leães, sendo empossado como vereador.
Na condição de vereador, foi o momento de homenagear seu grande amigo Ivan Goulart, na frente da Hidráulica havia um terreno do município e quando chovia formava-se uma lagoa, era um coaxar de sapos que ficou conhecida como Pracinha da Lagoa. Quando chegava um circo na cidade era ali que se instalavam, ou eram os ciganos com muita pompa, e vinham se abastecer em frente da Hidráulica.
O projeto de lei que Maneco enviou para Câmara de Vereadores , foi aprovado por unanimidade, e foi sancionado pelo prefeito Olvidio A. Batista Silva, conforme lei 215/1959 art1°. passará a chamar-se Praça Ivan Goulart.
MANECO e a POLÍTICA
A decisão de permanecer ao lado de Jango foi acertada, sob a liderança de João Goulart presidente nacional do PTB - Partido Trabalhista Brasileiro, filiou-se ao Partido em 12/07/1951, concorrendo a vereador, sendo o mais votado em duas legislatura.
O primeiro mandato em 31/12/1955, e o segundo em 31/12/1960.
Manoel Leães, sendo empossado como vereador.
Na condição de vereador, " foi o momento de homenagear meu grande amigo Ivan Goulart", na frente da Hidráulica havia um terreno do município e quando chovia formava-se uma lagoa, era um coaxar de sapos, que ficou conhecida pelo povo como Pracinha da Lagoa.
Quando chegava um circo na cidade era ali que se instalavam, ou eram os ciganos com muita pompa, e vinham se abastecer em frente da Hidráulica.
O projeto lei que Maneco enviou para Câmara de Vereadores, foi aprovado por unanimidade, e sancionado pelo prefeito Olvidio A. Batista da Silva, conforme lei 215/1959 art1°, passará a chamar-se Praça Ivan Goulart.
Praça Ivan Goulart.
Durante o golpe militar, a placa colocada na Praça em homenagem a Ivan Goulart, foi arrancada e a trocaram de nome.
Manoel Soares Leães, assumindo sua segunda cadeira na Câmara de Vereadores.
Pela sua atuação foi eleito Presidente da Câmara de Vereadores de São Borja-RS, tendo inclusive nesta última condição, assumido o cargo de prefeito interino da cidade.
Sentado o prefeito Florêncio Guimarães (E), Maneco Leães discursa ao assumir a prefeitura de São Borja-RS.
Manoel Leães presidente do clube de futebol Cruzeiro Esporte Clube de São Borja, estando presente ao jogo no estádio General Vargas- pai de Getúlio Vargas, recepcionando os dirigentes do time visitante o Nacional de Porto Alegre.
Antes do início do jogo, houve trocas de mimos entre os dirigentes.
Manoel Leães (E), e o dirigente do Nacional de POA-RS.
Na Granja São Vicente, Maneco (D),E João Vicente (E).
Na Granja, Maneco (C), Denise Goulart (D), João Vicente (E), em São Borja-RS.
GETÚLIO VARGAS
Getulio foi alvo de uma campanha encabeçada por Lacerda e pela Tribuna da Imprensa, ao final de 1945, acaba o Estado Novo, Vargas depois se recolhe ao seu exílio voluntário na estância de Itu, seu capataz Aristeu Fonseca Fernandes, acende o charuto Havana que Getulio gostava.
Nas visitas constantes de Jango e Maneco Leães a Getulio Vargas na sua fazenda de Itu fronteira com o Uruguai, GetulioVargas convida Jango a conhecer sua criação de cavalos, Crioulo Baio Ruano.
Getulio num isolamento quase total, João Belchior Marques Goulart era um dos poucos que estava sempre presente com Vargas, os dois dialogavam muito.
Em Itu, Getulio Vargas(D), e João Goulart(E).
Durante o diálogo, Getúlio Vargas pede a Maneco que quando fosse a capital gaúcha que comprasse todos os jornais e revistas, assim ficaria informado sobre o que estava acontecendo no Brasil e no mundo.
" Com o pedido do Dr. Getúlio, comecei a vir mais seguido a Porto Alegre-RS, Maneco teve que mudar seu plano de voo, ao retornar, primeiro teria que fazer escala na fazenda de Itu, para entregar a Getúlio as encomendas, e depois seguir viagem para São Borja.
Aceitando voltar a política pela convenção do PTB, Getúlio Vargas entra na campanha presidencial de 1950.
Getúlio Vargas, após ser eleito Presidente da República por meio do voto popular e ter concorrido pelo partido do PTB, o Presidente Getúlio, foi a fazenda Rancho Grande em Iguariaçá, município de São Borja, propriedade de Jango, fazer uma visita ao presidente do Partido Trabalhista Brasileiro, o qual veria a ser seu Ministro.
Getulio precisando e buscando uma conciliação, então optou por afastar João Goulart.
Jango avisado a comparecer no Palácio do Catete, o presidente Vargas o esperava, Maneco e Jango ao chegarem ao Palácio, foram para o seu aposento, Getulio o aguardando, durante o diálogo, Vargas entregou a Jango um envelope com a recomendação de só abri-lo caso acontecesse alguma coisa com ele, Jango entregou-me o envelope ficando aos meus cuidados.
Getúlio vinha sofrendo uma campanha encabeçada por Lacerda e pela Tribuna da Imprensa.
Na manhã do dia 24 de Agosto de 1954, Jango ao saber do suicídio de Getúlio Vargas, ao abrir o envelope, era a carta testamento, fico a lembrar a confiança que Jango sempre depositou a minha pessoa, ao lembrar que a carta testamento ficou aos meus cuidados.

Getulio saiu da vida para entrar na história.
Nas visitas constantes de Jango e Maneco Leães a Getulio Vargas na sua fazenda de Itu fronteira com o Uruguai, GetulioVargas convida Jango a conhecer sua criação de cavalos, Crioulo Baio Ruano.
Apoiados na mangueira, João Goulart (D), Geulio Vargas (C), capataz Aristeu.
Getulio num isolamento quase total, João Belchior Marques Goulart era um dos poucos que estava sempre presente com Vargas, os dois dialogavam muito.
Em Itu, Getulio Vargas(D), e João Goulart(E).
Durante o diálogo, Getúlio Vargas pede a Maneco que quando fosse a capital gaúcha que comprasse todos os jornais e revistas, assim ficaria informado sobre o que estava acontecendo no Brasil e no mundo.
" Com o pedido do Dr. Getúlio, comecei a vir mais seguido a Porto Alegre-RS, Maneco teve que mudar seu plano de voo, ao retornar, primeiro teria que fazer escala na fazenda de Itu, para entregar a Getúlio as encomendas, e depois seguir viagem para São Borja.
Aceitando voltar a política pela convenção do PTB, Getúlio Vargas entra na campanha presidencial de 1950.
Getúlio Vargas com a faixa de Presidente.
Fazenda Rancho Grande, Manoel Leães (D), Getulio Vargas (C), e Ivan Goulart (E).
Em 17/06/1953, no governo do Presidente Getúlio Vargas, estava ao seu lado quando João Goulart foi nomeado a Ministro do Trabalho, com o objetivo de criar a política trabalhista.
Jango foi considerado ministro dos trabalhadores, ao reajustar o salário mínimo dando o aumento de 100%, Jango foi crucificado, causando um profundo descontentamento pelo empresariado e a multinacional e um grupo de militares, por acharem que Jango queria implantar um governo sindical em 1953.Getulio precisando e buscando uma conciliação, então optou por afastar João Goulart.
Jango avisado a comparecer no Palácio do Catete, o presidente Vargas o esperava, Maneco e Jango ao chegarem ao Palácio, foram para o seu aposento, Getulio o aguardando, durante o diálogo, Vargas entregou a Jango um envelope com a recomendação de só abri-lo caso acontecesse alguma coisa com ele, Jango entregou-me o envelope ficando aos meus cuidados.
Getúlio vinha sofrendo uma campanha encabeçada por Lacerda e pela Tribuna da Imprensa.
Na manhã do dia 24 de Agosto de 1954, Jango ao saber do suicídio de Getúlio Vargas, ao abrir o envelope, era a carta testamento, fico a lembrar a confiança que Jango sempre depositou a minha pessoa, ao lembrar que a carta testamento ficou aos meus cuidados.

Getulio saiu da vida para entrar na história.
JANGO VICE-PRESIDENTE
João Goulart já tinha sido deputado, Secretário de Estado, e foi o único político em toda história Republicana que se elegeu e reelegeu como vice-presidente em Outubro de 1955, na chapa Juscelino Kubitschek, e a segunda em 1960, na chapa do General Lott.

Campanha de João Goular a presidência em Minas Gerais
Maneco(D), Jango(C), padre Antonio(E), e políticos mineiros.
O vice-Presidente João Goulart, obteve mais de meio milhão de votos do que o presidente eleito, Jango declarou: foi a resposta do povo ao regime que preparavam assaltar o País, pelos trustes internacionais.
Posse do Presidente Juscelino Kubitschek (E), e o do vice-João Goulart.(D).

Campanha de João Goular a presidência em Minas Gerais
Maneco(D), Jango(C), padre Antonio(E), e políticos mineiros.
O vice-Presidente João Goulart, obteve mais de meio milhão de votos do que o presidente eleito, Jango declarou: foi a resposta do povo ao regime que preparavam assaltar o País, pelos trustes internacionais.
João Goulart (E), e Juscelino Kubitschek (D).
Posse do Presidente Juscelino Kubitschek (E), e o do vice-João Goulart.(D).
RENUNCIA DE JANIO
Manoel Soares Leães (o Maneco), acompanhava a mãe de João Goulart, em uma consulta ao seu médico particular, no Rio de Janeiro-RJ, ao sair para comprar um jornal, ficou sabendo ao ouvir pelo radio da banca de revista em 25/08/1961, a renúncia do presidente Janio Quadros.
Voltei correndo para o consultório e entrei na sala sem bater e informei a Vicentina Goulart, dona Tinoca que Jango seria o novo presidente da Nação".
Dona Tinoca disse: deixa de bobagem Maneco!
Ao chegarmos em sua casa, dona Tinoca nervosa ligou para políticos e amigos que confirmaram a notícia, e como o vice-presidente João Goulart se encontrava numa viagem Diplomática na República da China.
Quando houve o manifesto dos Ministros militares, que queriam impedir que Jango assumisse seu lugar como mandatário, e ainda o acusaram de ser comunista, "parti na mesma hora para São Paulo-SP, e pedi para um amigo meu levar minha família a fazenda de Jango, em Araçatuba-SP, no interior paulista.
Maneco no avião de Jango, o Cessna - 310 - PT-BSP.
O vice-presidente João Goulart se encontrava em uma viagem Diplomática na República da China, ao ser avisado da renúncia de Janio Quadros pelo seu secretário de imprensa, Raul Riffe, ao regressar ao Brasil, em 05/08/1961, faz escala em Montevidéu-Uruguai ficou na embaixada do Brasil, aguardando o momento para regressar ao seu País.
João Goulart ao retornar ao Brasil em 05/09/1961, como foi sempre um conciliador, contemporizador e um negociador, fez um acordo político com os militares ao aceitar o regime parlamentarista, assim em 07/09/1961, Jango é empossado Presidente da República. Pelo seu dom e da sua sensibilidade social e nacional que o fez um líder, Jango já vivia no fogo da pressão na imprensa Lacerda, no congresso Jorge Calmon, numa época que o congresso atuava com parlamentarismo.

Posse do Presidente João Goulart (E), 1° Ministro Tancredo Neves(C), e atrás, Manoel Leães.
O Jango já vivia no fogo da pressão, na imprensa Lacerda, no congresso Jorge Calmom, numa época que o congresso atuava com o parlamentarismo.
O Presidente João Goulart convocou o plebiscito para o povo decidir se manteria ou não a manutenção do sistema. Com uma vitória avassaladora com 80% dos votos, o povo escolheu o retorno do presidencialismo com a vitória o presidente Goulart passou a governar com todos os poderes constitucionais.
O Povo sai as ruas a favor do presidencialismo.
MANOEL S. LEÃES NA PRESIDÊNCIA
Maneco após regressar ao serviço público federal como tesoureiro auxiliar do antigo IPASE, e pela portaria nº1.450 de 18/04/1962, foi posto a disposição do Gabinete Civil do Presidente da República, além de pilotar-lhe o avião particular, passando a prestar assessoria direta ao Presidente João Goulart, na ligação com Ministros e outras altas autoridades, bem como nas negociações com lideres, quer situacionistas ou oposicionistas em Brasilia-DF e em outras cidades.

Tancredo Neves (D), presidente João Goulart (C), gen. Amaury Kruel ( E), atrás Manoel Leães, no Palácio do Planalto.
No primeiro dia de trabalho, Maneco acompanhava o presidente João Goulart no carro da presidência, "saímos da Granja do Torto para o Palácio do Planalto precedido de batedores do exército, ao chegarmos no Palácio, ordenou que dispensasse os batedores e qualquer tipo de segurança ostensivo."
Seu desejo era de ir e vir como um cidadão comum, o período que Jango desempenhava as funções de presidente, poucas vezes Maneco deixou de acompanha-lo no seu deslocamento da Granja do Torto ao Palácio do Planalto.

Em muitas oportunidades ficou com o presidente Jango Goulart a noite na Granja do Torto, as vezes cansado e com sono não achava correto deixá-lo sozinho depois que os ajudantes de ordem pediam para se retirar.
Quando o presidente João Goulart, ia passar seu final de semana em sua fazenda, Tres Marias-MT, no pantanal a 150 Km de Rondonópolis-MT, não permitia que o pessoal da segurança presidencial o acompanhasse, enquanto estivesse descansando.

Na fazenda, Tres Marias-MT, presidente João Goulart (E), e Manoel Leães(D).
O grupo que o acompanhava era reduzido, Maria Tereza e seus filhos, Maneco e seu filho Laquito e seus dois ajudantes de ordem, que levavam pilhas de processos que Jango os lia com tranquilidade, chegando a gastar uma caixa de canetas Bic, de tanto escrever e assinar".
"Na madrugada de sábado o presidente Jango já estava acordado e ficávamos tomando chimarrão, depois ia conversar com os peões na mangueira que cuidavam de sua criação de gado Nelori, depois do almoço Jango ia descansar e mais tarde íamos pescar e caçar, o que Jango mais gostava, era a forma que ele encontrava pra reduzir seu nível de estresse.
Jango não dispensava a presença do meu filho Laquito, ele cuidava e apontava pra Jango atirar, era um excelente atirador, os patos eram os alvos mais frequentes, e não admitia que atirassem nos pássaros, as pescarias que atraiam Jango, os peixes que pescava gostava de preparar para o almoço para todos comerem, dourados, pacus, piavas.

As margens do rio Itiquira-MT, ao fundo presidente João Goulart (D), Maneco (E), em pé coronel Ernani Fitipaldi (E).
"Muitas vezes fomos pescar no rio das Mortes, outra fazenda que Jango gostava muito de ir pescar era na sua fazenda de Barro Alto, fronteira com Goiás, o rio que passava em suas terras era o Cristalino, era um aquário, escolhíamos o peixe que queríamos pescar, pintado, tucunares, matrinchãs, cachorra e uma variedade de outros peixes.
Maneco voltava para Brasília na segunda feira bem cedo, pousava o avião particular na Granja do Torto, "e depois saiamos juntos no carro presidencial para o Palácio sem seguranças e batedores, ele só admitiu toda aquela ostentação no dia em que foi receber a faixa de Presidente".
Jango com a faixa de presidente.
Presidente João Goulart (E), Maria Tereza (D), e Denisie Goulart (C), no dia de seu aniversário foi comemorado com uma festa no salão do Palácio da Alvorada.
Enquanto o Presidente Joao Goulart despachava com seus ajudantes de ordens no Palácio das Laranjeiras, Manoel Leães ficou dialogando com o general Aluísio Moura.
Palacio das Laranjeiras, Maneco(D), e o general Aluisio Moura (E).
Oficialmente Manoel Soares Leães (Maneco), integrou a comitiva Presidencial, tanto na coroação do Papa Paulo VI, como nas visitas a China, Chile e ao Uruguai.

Na Fontana di Trevi, Maneco (D), capitão Ernani C. Azambuja(E).
Manoel Leães, não poucas vezes representou o Presidente João Goulart , em cerimonias oficiais.
Em 15 de Junho de 1962 a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo no Chile, os jogadores campeões do mundo, foram recepcionados em Brasilia-DF, pelo Presidente da República João Goulart.
O presidente Jango e os jogadores campeões do mundo fizeram desfile no caminhão do Corpo de Bombeiros pelas principais ruas da capital e eram ovacionados por uma multidão.

No caminhão de bombeiros da esquerda p/ direita, Zito(E), presidente João Goulart(C), Pelé (D), e o goleiro Gilmar.
Após o desfile foram recepcionados na Granja do Torto com uma festa, os jogadores receberam um carro cada.
Gilmar,Garrincha, Pelé, Amarildo, Zagalo, Didi, Nilton Santos, Djalma Santos, Vavá, Mauro, Zito e Zózimo, enquanto que o povo ficava do lado de fora tentando ver seus ídolos e conseguir autógrafos, foi quando Jango deu ordem que fossem abertos os portões, ele queria que o povo participasse junto daquela homenagem que estava sendo feita aos jogadores da seleção brasileira, deixando a segurança em polvorosa, e os portões foram abertos.
Maneco (D), Pelé (C) e torcedores.
Na Granja do Torto, Maneco (D), Garrincha (C), Zagalo (E), e Zózimo.
Num momento histórico após a conquista da Copa do Mundode1962 noChile, o presidente João Goulart recebe a Taça Jules Rimet das mãos dos jogadores, Beline (D), e Mauro (E).
Primeira visita oficial de João Goulart a sua cidade de São Borja-RS, como Presidente da República, na chegada desfilou no jipe do exército, a população em massa prestigiou o seu filho mais ilustre.

Maneco (D), em pé presidente João Goulart (C), atrás o prefeito Florêncio Guimarães, general Amaury Kruel (E), de costas capitão Ernani Azambuja ajudante de ordem.
Durante os anos em que Manoel Soares Leães (Manco), permaneceu na presidência da República, como prova inegável da capacidade de visualização e tratos de assuntos relevante de interesse nacional por extensão da humanidade, foi homenageado com as seguintes condecorações:
No dia 16/08/1962, as 10h, no edifício do Ministério da Marinha, na Esplanada dos Ministério bloco 3, Brasilia-DF, a cerimonia de entrega das medalhas Almirante Tamandaré (Marinha), as personalidades agraciadas pelo Presidente da República.
Maneco sendo condecorado pelo contra-almirante, Gastão Brasil do Carmo Junior.
Brasília, 23/07/1963, Palácio do Planalto.
Medalha do Mérito Militar ( Exército)

Tancredo Neves (D), presidente João Goulart (C), gen. Amaury Kruel ( E), atrás Manoel Leães, no Palácio do Planalto.
No primeiro dia de trabalho, Maneco acompanhava o presidente João Goulart no carro da presidência, "saímos da Granja do Torto para o Palácio do Planalto precedido de batedores do exército, ao chegarmos no Palácio, ordenou que dispensasse os batedores e qualquer tipo de segurança ostensivo."
Seu desejo era de ir e vir como um cidadão comum, o período que Jango desempenhava as funções de presidente, poucas vezes Maneco deixou de acompanha-lo no seu deslocamento da Granja do Torto ao Palácio do Planalto.

Na Granja do Torto, Presidente João Goulart(E), Manoel Leães (D), e João Vicente.
Em muitas oportunidades ficou com o presidente Jango Goulart a noite na Granja do Torto, as vezes cansado e com sono não achava correto deixá-lo sozinho depois que os ajudantes de ordem pediam para se retirar.
Quando o presidente João Goulart, ia passar seu final de semana em sua fazenda, Tres Marias-MT, no pantanal a 150 Km de Rondonópolis-MT, não permitia que o pessoal da segurança presidencial o acompanhasse, enquanto estivesse descansando.

Na fazenda, Tres Marias-MT, presidente João Goulart (E), e Manoel Leães(D).
O grupo que o acompanhava era reduzido, Maria Tereza e seus filhos, Maneco e seu filho Laquito e seus dois ajudantes de ordem, que levavam pilhas de processos que Jango os lia com tranquilidade, chegando a gastar uma caixa de canetas Bic, de tanto escrever e assinar".
"Na madrugada de sábado o presidente Jango já estava acordado e ficávamos tomando chimarrão, depois ia conversar com os peões na mangueira que cuidavam de sua criação de gado Nelori, depois do almoço Jango ia descansar e mais tarde íamos pescar e caçar, o que Jango mais gostava, era a forma que ele encontrava pra reduzir seu nível de estresse.
Jango não dispensava a presença do meu filho Laquito, ele cuidava e apontava pra Jango atirar, era um excelente atirador, os patos eram os alvos mais frequentes, e não admitia que atirassem nos pássaros, as pescarias que atraiam Jango, os peixes que pescava gostava de preparar para o almoço para todos comerem, dourados, pacus, piavas.

As margens do rio Itiquira-MT, ao fundo presidente João Goulart (D), Maneco (E), em pé coronel Ernani Fitipaldi (E).
"Muitas vezes fomos pescar no rio das Mortes, outra fazenda que Jango gostava muito de ir pescar era na sua fazenda de Barro Alto, fronteira com Goiás, o rio que passava em suas terras era o Cristalino, era um aquário, escolhíamos o peixe que queríamos pescar, pintado, tucunares, matrinchãs, cachorra e uma variedade de outros peixes.
Maneco voltava para Brasília na segunda feira bem cedo, pousava o avião particular na Granja do Torto, "e depois saiamos juntos no carro presidencial para o Palácio sem seguranças e batedores, ele só admitiu toda aquela ostentação no dia em que foi receber a faixa de Presidente".
Jango com a faixa de presidente.

Enquanto o Presidente Joao Goulart despachava com seus ajudantes de ordens no Palácio das Laranjeiras, Manoel Leães ficou dialogando com o general Aluísio Moura.

Oficialmente Manoel Soares Leães (Maneco), integrou a comitiva Presidencial, tanto na coroação do Papa Paulo VI, como nas visitas a China, Chile e ao Uruguai.

Na Fontana di Trevi, Maneco (D), capitão Ernani C. Azambuja(E).
Manoel Leães, não poucas vezes representou o Presidente João Goulart , em cerimonias oficiais.
Em 15 de Junho de 1962 a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo no Chile, os jogadores campeões do mundo, foram recepcionados em Brasilia-DF, pelo Presidente da República João Goulart.
O presidente Jango e os jogadores campeões do mundo fizeram desfile no caminhão do Corpo de Bombeiros pelas principais ruas da capital e eram ovacionados por uma multidão.

No caminhão de bombeiros da esquerda p/ direita, Zito(E), presidente João Goulart(C), Pelé (D), e o goleiro Gilmar.
Após o desfile foram recepcionados na Granja do Torto com uma festa, os jogadores receberam um carro cada.
Gilmar,Garrincha, Pelé, Amarildo, Zagalo, Didi, Nilton Santos, Djalma Santos, Vavá, Mauro, Zito e Zózimo, enquanto que o povo ficava do lado de fora tentando ver seus ídolos e conseguir autógrafos, foi quando Jango deu ordem que fossem abertos os portões, ele queria que o povo participasse junto daquela homenagem que estava sendo feita aos jogadores da seleção brasileira, deixando a segurança em polvorosa, e os portões foram abertos.
Maneco (D), Pelé (C) e torcedores.
Na Granja do Torto, Maneco (D), Garrincha (C), Zagalo (E), e Zózimo.
Num momento histórico após a conquista da Copa do Mundode1962 noChile, o presidente João Goulart recebe a Taça Jules Rimet das mãos dos jogadores, Beline (D), e Mauro (E).
Primeira visita oficial de João Goulart a sua cidade de São Borja-RS, como Presidente da República, na chegada desfilou no jipe do exército, a população em massa prestigiou o seu filho mais ilustre.

Maneco (D), em pé presidente João Goulart (C), atrás o prefeito Florêncio Guimarães, general Amaury Kruel (E), de costas capitão Ernani Azambuja ajudante de ordem.
Durante os anos em que Manoel Soares Leães (Manco), permaneceu na presidência da República, como prova inegável da capacidade de visualização e tratos de assuntos relevante de interesse nacional por extensão da humanidade, foi homenageado com as seguintes condecorações:
Maneco (D), coronel Eudo (E).
No dia 16/08/1962, as 10h, no edifício do Ministério da Marinha, na Esplanada dos Ministério bloco 3, Brasilia-DF, a cerimonia de entrega das medalhas Almirante Tamandaré (Marinha), as personalidades agraciadas pelo Presidente da República.
Maneco sendo condecorado pelo contra-almirante, Gastão Brasil do Carmo Junior.
Brasília, 23/07/1963, Palácio do Planalto.
Medalha do Mérito Militar ( Exército)
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