O ex-presidente João Goulart, doente e com seu passaporte vencido e precisando viajar pra Africa do Sul, precisando consultar com o cardiologista Cristian Barnard.
Manoel Leães ao pedir sua renovação durante o regime militar, no Governo Costa e Silva, ao tentar sua renovação no Consulado brasileiro, e foi negada a sua renovação.
"No dia seguinte peguei o avião particular o Cessna 310 Azul e Branco PT-BSP, e fiz o percurso Montevidéu -Assunção, lá chegando fui ao palácio recebido pelo presidente Alfredo Stroessner, amigo de Jango".
"O presidente Stroessner na minha frente determinou ao seu secretário Conrrado Pattalardo, que o fez na hora,ao receber o passaporte me emocionei e agradeci sensibilizado por esse ato fraterno e de solidariedade ao seu amigo o ex-presidente João Goulart".
"Ao me despedir do presidente ele ordenou que me levassem ao aeroporto, retornei a Montevidéu com o passaporte em meu poder".
Em 1976, o Itamarati voltou a conceder um passaporte ao ex-presidente no governo Geisel, que João Belchior Marques Goulart nunca usaria.
Com o golpe militar no Uruguai, o ex-presidente João Goulart passou a sofrer perseguições políticas, quando a situação lhe pareceu mais perigosa, em 1973 a convite do presidente da Argentina, Juan Domingos Perón, foi morar em Buenos Aires, Jango comprou um apartamento em frente ao hipódromo de Palermo, buscando mais segurança.
"Lembro que fomos a Casa Rosada, Jango foi encontrar-se com Perón, só não participei do diálogo entre os dois líderes".
"Ao deixarmos a Casa Rosada Jango comentou: Maneco vamos a cidade de Mercedes província de Corrientes, comprar uma fazenda, Jango comprou a fazenda La Villa, por ser mais seguro morar na Argentina, do que sofrer as pressões dos militares uruguaios".
Na fazenda La Vilha, municipio de Mercedes - Argentina, a esquerda centado, ex-presidente João Goulart, em pé Manoel Leães (Maneco).
Manoel Soares Leães ( Maneco ), em Mercedes - Argentina, na fazenda La Villa, onde veio a falecer o ex-presidente João Goulart.
Manoel Leães ao pedir sua renovação durante o regime militar, no Governo Costa e Silva, ao tentar sua renovação no Consulado brasileiro, e foi negada a sua renovação.
"No dia seguinte peguei o avião particular o Cessna 310 Azul e Branco PT-BSP, e fiz o percurso Montevidéu -Assunção, lá chegando fui ao palácio recebido pelo presidente Alfredo Stroessner, amigo de Jango".
"O presidente Stroessner na minha frente determinou ao seu secretário Conrrado Pattalardo, que o fez na hora,ao receber o passaporte me emocionei e agradeci sensibilizado por esse ato fraterno e de solidariedade ao seu amigo o ex-presidente João Goulart".
"Ao me despedir do presidente ele ordenou que me levassem ao aeroporto, retornei a Montevidéu com o passaporte em meu poder".
Passaporte dado por Stroessner.
Em 1976, o Itamarati voltou a conceder um passaporte ao ex-presidente no governo Geisel, que João Belchior Marques Goulart nunca usaria.
Com o golpe militar no Uruguai, o ex-presidente João Goulart passou a sofrer perseguições políticas, quando a situação lhe pareceu mais perigosa, em 1973 a convite do presidente da Argentina, Juan Domingos Perón, foi morar em Buenos Aires, Jango comprou um apartamento em frente ao hipódromo de Palermo, buscando mais segurança.
"Lembro que fomos a Casa Rosada, Jango foi encontrar-se com Perón, só não participei do diálogo entre os dois líderes".
"Ao deixarmos a Casa Rosada Jango comentou: Maneco vamos a cidade de Mercedes província de Corrientes, comprar uma fazenda, Jango comprou a fazenda La Villa, por ser mais seguro morar na Argentina, do que sofrer as pressões dos militares uruguaios".
Na fazenda La Vilha, municipio de Mercedes - Argentina, a esquerda centado, ex-presidente João Goulart, em pé Manoel Leães (Maneco).
Manoel Soares Leães ( Maneco ), em Mercedes - Argentina, na fazenda La Villa, onde veio a falecer o ex-presidente João Goulart.
Maneco tomando chimarrão no exílio na estância La Villa, na República Argentina.


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